Nascidos; Cabeças e Corpos!
Rijos, pregos foram vendidos.
Vivem nas dores de cabeça. . .
Passam horas nos martelos.
Sobreviverão em céu aberto
presos numa Peroba-rosa.
Logo vem a noite da ferrugem,
perdem aos poucos as Cabeças. . .
Soltaram as tábuas da coragem.
Ainda seguem lá no
Cerne
da Viga. . . Peroba-velha!
Corpos de pregos sem egos
apenas pela sina de Pregos!
A Vida não é Peroba-cetim.
Arlequim de Rua
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